segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Vida e morte, razão e emoção.



O fio da vida, meu destino,
Passa sobre um precipício.

Nele, permito-me balançar,
Pulo, salto, livre ao ar.

Atravesso-o com segurança,
Ao invés de passos, uma dança.

Deito, rolo, nele me penduro,
Gozo, curto todo seu percurso.

Medo de cair? Claro! Não sou louco!
Uso a razão, sempre penso um pouco.

Porque, perto de não mais viver,
Quero olhar para trás e falar com prazer:

Esta vida, eu vivi.

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Escrita em janeiro de 2016,  quando fiz minha 7ª tatuagem.

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