Na tua essência,
És convalescença.
Torna descrença,
Minha ciência.
Na luz prometida,
Uma vida vazia,
Haure em anestesia.
Sombreia, encovila.
Alma, eterno ser,
Conceito caviloso,
Obsta pleno viver.
Opto pela razão,
Pelo simples gozo,
De viver em vão.
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Sou ateu.
Foto: portão de um cemitério em Jacumã/Ceará Mirm, litoral do RN.