Ouvi o lamento de uma pequena,
Falando, encolhida, num canto,
De um amor que nunca contenta.
Ao me aproximar dela,
Vi que não era de uma pequena
A voz que saia tão bela.
E lhe falei:
Ó mulher, veja que gigante és!
Há nesse coração apertado,
Espaço infinito para amares.
Erga-se! Vamos! E Sigamos!
No caminho há pedras, sim,
Insignificantes quando amamos.
E quando amamos alguém,
Lhe digo com certeza:
Somos amados também!
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Achei meia boca, poderia trabalhar mais na métrica e palavras, mas vai assim. O mote é um texto de uma fotografa que sigo no Instagram.

