segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Ser feliz, eterna criança...


A lágrima pelo rosto desce
Advinda de lembrança antiga,
Um dia, um lugar, uma amiga.
O tempo corre, a gente cresce.

Para medir essa saudade,
Uso a distância ou o tempo?
É tamanha, eu não aguento.

Não era essa a minha vontade.

O futuro trouxe a mudança,
Sem medo, vivo o presente,
Sem jamais perder esperança.

Pois tiro daquela lembrança
Força para seguir em frente
E ser feliz, eterna criança...

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Um post de uma amiga no Facebook me serviu de mote para este soneto. Peguei dela algumas palavras e encaixei outras minhas. O final ficou quase igual ao que ela escreveu: "... o tempo não irá apagar de mim a esperança, a força e a vontade de seguir em frente e ser feliz".

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