terça-feira, 17 de junho de 2025

Chama!

Eis me aqui, posto que chama!

Tirado de uma estante, ao acaso, instante,
Um pai, não o Laio, viu de soslaio,
É nome dado ao que decifa,
Como diz Laerte, não enigmas,
E sim, poesia que este tange.

Me apresento, não como salvação!
Sou quatro linhas, retas em aberto:
Poeta, fotógrafo, motociclista, por amor,
Analista de TI, por dívida e pavor.

E se me permitir, ser sábio, fingir,
Que, na verdade, apenas rouba obviedades,
Sorvendo de uma taça, darei um tino:

Curta a vida, pois a vida é curta.

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Como mote, uma poesia que me apareceu no feed do Instagram (https://www.instagram.com/p/DLAANN-O6kB/). Me senti "chamado" a respondê-la com outra poesia.

Tal qual pobre poeta analista de TI como sou, hoje usei uma IA para analisar o texto e fazer pequenas correções. Recusei todas alterações mais drásticas. Usei apenas a ferramenta para colocar algumas palavras sinônimas, coisa que já pesquiso quando estou escrevendo (nem sempre acho um sinônimo melhor e usar IA me ajuda a encontrar mais rápido). 

"Curta a vida, pois a vida é curta" é uma frase que cunhei há anos, após ouvir do meu pai que deixou de curtir a vida como queria. Desde então, penso que devo curtir mais a vida.

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