terça-feira, 5 de março de 2024

Nave, ir, já.



Na ilusão do tempo
Curvatura do espaço,
Não me contenho,
E rapidamente escapo.

Viajo, paro, fotografo.
Isso é o que respiro.
A moto é meu escafo,
E navegar, eu preciso.

Minha mente inquieta, imaginando,
Sob a sombra da minha moto,
Linhas das estradas passando.

Desejo que rodar sem parar.
Pausando somente à noite,
E retomando ao dia clarear.

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Juro que não lembro mais de onde veio a inspiração dessa poesia. Provavelmente, desejo de viajar de moto.

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